PORQUE ÀS PESSOAS ERAM MAGRAS NA DÉCADA DE 60, 70 E 80 ?

Éssas fotos são meramente ilustrativas e são tiradas de uma campanha publicitária da antiga loja pernambucanas em 1973.

Ao fazer uma rápida pesquisa em imagens lá no Google e comparar nossos corpos de hoje com os corpos das pessoas lá da década de 50, principalmente em imagens de pessoas na praia, vamos notar que naquela época as pessoas de fato eram mais magras.

Os homens exibiam 80 centímetros de cintura, e as mulheres manequim 38.

Cintura com 105 centímetros? Quase não se via.

Adolescente pesando 90 quilos? Não, quase não se via também.

Poucas pessoas tinham excesso de peso naquela época, hoje carregamos 25, 30 ou até 90 quilos a mais.

Leia mais do trabalho de Cláudio Vargas https://www.supernutridos.com.br

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Em séculos passados, uma barriga avantajada era uma característica para privilegiados, um sinal de prosperidade e sucesso. Hoje a obesidade se tornou democrática, todos podemos conquistar um sobrepeso ou obesidade com facilidade.

Mas nem todas as pessoas acumulam gordura na barriga, algumas armazenam com mais facilidade no bumbum e nas coxas, mas a maioria em torno da cintura, principalmente os homens.

Diferente daquela gordura acumulada em outras partes do corpo, essa gordura central ou visceral, altera respostas insulínicas, provoca processos inflamatórios e emite sinais metabólicos anormais para o resto do nosso corpo.

Hoje já sabemos que estar acima do peso não é só uma questão de aceitação, existem riscos, e dados nos mostram isso. Os números de doenças cardiovasculares, câncer, diabetes tipo 2, acidente vascular cerebral e outras, crescem junto com a obesidade.

Segundo a organização mundial de saúde, a obesidade triplicou entre os anos de 1975 e 2016.

Hoje, duas a cada três pessoas estão acima do peso, e uma em cada cinco são obesas.

O que está acontecendo?

E por que hoje carregamos muito mais gordura corporal do que as pessoas lá da metade do século passado?

Pergunte isso a qualquer pessoa, ou até um médico, e a resposta provavelmente será algo mais ou menos assim:

Hoje estamos mais gordos porque estamos consumindo mais calorias e somos mais sedentários. Segundo o Dr. William Davis em seu livro Barriga de Trigo, isso pode mesmo ser verdade, mas está longe de ser toda a verdade.

O que nos dizem sobre as causas da obesidade?

Se fizermos uma pesquisa sobre as causas da obesidade, descobriremos que a maioria dos blogs e até médicos dizem que a causa principal é: excesso de alimentação e falta de atividade física”.

Mas, se formos mais a fundo no assunto, e pesquisar mais, vamos descobrir que fomos doutrinados com essa teoria do balanço calórico. Gary Taubes, pesquisador, escritor e jornalista do New York Times, fala muito sobre isso.

Viramos o século num crescente aumento de peso, mas diferente do que a maioria das pessoas pensam, a causa principal da epidemia de obesidade não é pouca atividade física e muita comilança.

Como diz o Dr. José Carlos Souto em seu blog: ”o problema é confundir associação com causa”.

Uma pessoa que come o tempo todo está sempre com fome e, não para de engordar, pode ser acusada de gulosa, esfomeada ou outras palavras não carinhosas nesse sentido, mas o que essa pessoa pode não saber é que ela pode, por exemplo, ter alta resistência à insulina e desequilíbrio dos hormônios da fome e saciedade, grelina e leptina.

Nesse caso, podemos associar o aumento de peso com o excesso de comida, mas não podemos dizer que o excesso de comida é a causa. A causa é a fome. Mas o que causa mais fome? Percebe que a causa principal não é o fato de comer mais?

Em outras palavras, comer alimentos errados aumenta nossa fome. O costume alimentar de hoje é diferente.

E a atividade física? Algumas matérias em blogs insistem na ideia de que hoje movimentamos menos do que as pessoas do século passado. Hoje andamos menos a pé, temos controle remoto, temos o UBER e menos trabalhos braçais. E tudo isso é verdade, mas não a causa do aumento da obesidade.

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O Dr. Jason Fung, disse a seguinte frase:

“O exercício físico é como escovar os dentes. Ele faz bem e deve ser feito todos os dias. Só não espere perder peso”.

O Dr. David Perlmutter também disse uma frase interessante:

“As calorias que perdemos com exercícios físicos moderados são insignificantes para a perda de peso”.

O que é mais importante saber?

Mas voltando as calorias, o fator calorias que entram vs calorias que saem, não é o fator mais importante. Mais importante do que saber o quanto de calorias estão entrando ou saindo, é saber o que o nosso organismo está fazendo com essas calorias, ou seja, a pergunta correta é: ele está usando ou armazenando?

E o principal fator controlador disso é o hormônio insulina, não a quantidade de calorias perdidas em exercícios, ou quantidade de calorias do prato de comida.

Dizer que as pessoas engordaram e estão engordando cada vez mais pelo simples fato de comer mais e exercitar menos, é ignorar 3 pontos de vistas fundamentais: o hormonal, o enzimático e o metabólico.

Quantidade vs qualidade de calorias

Essa visão simplista e limitada em calorias, ignora também o fato de que as calorias NÃO são iguais. Ou seja, o fator qualidade é muito mais importante do que o fator quantidade.

Quantidade não é tudo. 100 calorias de ovo é muito diferente de 100 calorias de macarrão.

Da mesma forma, 1 kg de notas de 100 reais, é muito diferente de 1 kg de notas de 2 reais. O peso é o mesmo, mas o valor de cada pacote é muito diferente.

Outra coisa, ignorar todos os outros fatores primários, e acusar alguém que não consegue emagrecer por ser incapaz de comer menos, e preguiçoso para exercitar, é no mínimo injusto.

Estamos recebendo os conselhos errados, estamos hoje consumindo muito mais alimentos que impactam nossa insulina, e alimentos que foram projetados para nos viciar.

As taxas de obesidade não vão parar de crescer enquanto as autoridades de saúde não mudarem seus conselhos. Não podemos resumir o ganho, ou perda de peso, a um simples cálculo calórico.

Hoje temos mais gordura corporal em comparação com as pessoas da década de 50. Mas a causa principal não é o fator comer mais e movimentar menos. Os alimentos que comemos hoje, em grande parte, são diferentes, ou seja, de menor qualidade nutricional.

Caloria vazia pode não ser só caloria vazia

Algumas calorias que hoje temos inseridas no mercado de substâncias comestíveis, não são só calorias vazias, são calorias que literalmente roubam nutrientes do nosso corpo, principalmente o cálcio, o ferro e vitaminas do complexo B.

A maior parte das calorias que ingerimos hoje, são calorias que acionam constantemente nossa insulina, que é o hormônio responsável pelo armazenamento de gordura corporal.

Quando entendemos que algumas calorias impactam nossa insulina para níveis anormais e outras não, ou que algumas calorias possuem nutrientes importantes e outras nos roubam nutrientes do corpo, passamos a deixar de lado o fator quantidade de calorias, e focamos na qualidade.

Tendo o mínimo de conhecimento sobre isso, provavelmente muitas pessoas passarão a evitar cada vez mais certos tipos alimentos processados. E isso é ruim para a indústrias alimentícia porque talvez possa comprometer o faturamento.

A teoria do balanço calórico a favor do mercado

É muito interessante PARA O MERCADO que se mantenha essa velha cultura do balanço calórico ou equilíbrio energético.

E a indústria sabe o que fazer, claro, bilhões em faturamento estão em jogo.

A indústria do refrigerante por exemplo, tentou associar a epidemia de obesidade, diabetes e doenças vasculares ao consumo de gordura e falta de atividade física, e com isso isentar o açúcar.

Para isso foi preciso que cientistas e políticos fossem corrompidos.

E com isso, a indústria está lavando as mãos, colocando a culpa no consumidor pelo controle ou descontrole no consumo, mesmo que o produto tenha uma combinação de substâncias químicas que podem viciar o consumidor.

Não é interessante para a indústria que o consumidor saiba diferenciar calorias. Ou seja, a indústria quer que o consumidor continue pensando que o corpo responde a todas as calorias da mesma forma. E hoje sabemos que infelizmente essa teoria nos colocou não só em uma situação de epidemia de obesidade, mas também de doenças relacionadas.

Mas como era a alimentação na metade do século passado?

Nos anos 50, a maioria das pessoas não precisavam se preocupar com o fator calórico, os alimentos eram mais nutritivos. E a oferta de produtos ultra processados era menor.

O fast food não era tão comum quanto hoje.

As refeições eram preparadas em casa, e eram momentos sagrados, quase não se trocava, por exemplo, o jantar por um lanche acompanhado de refrigerante. Coisa que é muito comum hoje, principalmente pela praticidade.

Nossas vidas são mais corridas hoje.

As refeições eram mais ricas em proteínas, gorduras saudáveis e vegetais. E eram pratos com menos carboidratos em relação aos dias de hoje.

O consumo de carboidrato nos anos 50 estava na faixa de 40% entre os macronutrientes, hoje o nosso consumo está na faixa de 60%

Hoje em dia é muito comum o consumo de lanches a base de carboidratos refinados, naquela época as pessoas não comiam de 3 em 3 horas, coisa que hoje fazemos seguindo as recomendações, e com isso mantemos nossa insulina sempre nas alturas.

As guloseimas geralmente eram feitas em casa com ingredientes mais naturais e consumidas na hora, livre dos conservantes e corantes que encontramos em tudo hoje em dia.

Hoje temos os produtos light, diet ou zero se fazendo de saudáveis, mas cheios de substâncias químicas. Naquela época não existia isso.

E o açúcar? Ah, o açúcar… aumentamos o consumo em 40%. 1/3 disso está só nas bebidas adoçadas.

Mas é importante também entender que as pessoas começaram a engordar em uma velocidade maior justamente quando algumas instituições começaram a nos dizer o que deveríamos comer.

A pirâmide alimentar

Em 1992 o Departamento de Agricultura dos Estados unidos criou então a pirâmide alimentar. O objetivo era instruir as pessoas, e ilustrar sobre o que é mais ou menos saudável.

E por incrível que pareça, e muita gente não sabe, é que essa pirâmide foi criada por políticos e não cientistas. Muitos países seguiram os conselhos da pirâmide, e o Brasil não ficou de fora disso.

Repare que na base da pirâmide aparecem justamente aqueles alimentos menos nutritivos e mais engordantes, os carboidratos processados e industrializados que colocam nossa glicemia nas alturas.

E não é à toa, vamos pensar um pouco, a quem interessaria colocar na base da pirâmide alimentar alimentos naturais que não podem ser patenteados?

Outra coisa: a Pirâmide Alimentar que nos aconselha a comer mais pão branco do que vegetais ou fontes naturais de proteínas. Também não mostra a diferença entre gorduras boas e gorduras ruins.

A verdade é que, a forma que tomou a pirâmide alimentar, teve muito mais influência do agronegócio do que de agências de saúde.

Trigo e açúcar

O trigo moderno e refinado com alta concentração de glúten, juntamente com o açúcar, são duas das substâncias que mais engordam as pessoas da civilização moderna, trazendo juntamente com as altas taxas de obesidade, um crescente número de casos de doenças cardíacas, diabetes tipo 2, alguns tipos de câncer, síndrome metabólica e outras…

A situação das indústrias de produtos com trigo na composição melhorou muito com o apoio do governo norte americano, que incentivou o consumo de grãos integrais através da criação dessa pirâmide alimentar.

Do mesmo modo que a indústria do tabaco criou e manteve o seu mercado graças às propriedades viciantes dos cigarros, o trigo também conseguiu se manter fortemente no mercado, fazendo parte da vida de quase todas as pessoas.

De acordo com a perspectiva dos vendedores de produtos alimentares, o trigo é um ingrediente perfeito, quanto mais se come, mais se quer.

Vamos analisar a situação por um outro ponto de vista, só para entender melhor sobre até que ponto podemos ser manipulados.

Manipulações

Desde os primeiros estudos que indicavam relação entre fumo e câncer, demorou 50 anos para que políticas públicas de restrição fossem implantadas.

A indústria do tabaco fez de tudo para negar a relação entre câncer e cigarro, inclusive comprar a consciência de cientistas e políticos corruptos, mas apesar disso houve uma redução no número de fumantes, e em consequência disso a prevenção de muitas mortes por câncer.

Mas o que o cigarro tem a ver com as substâncias comestíveis engordantes da sociedade moderna?

A indústria do açúcar, por exemplo, usou e usa as mesmas táticas de manipulação que a indústria do tabaco usou.

O açúcar está em tudo, e deixando um pouco de lado o fato de que o açúcar nos coloca em estado de armazenamento de gordura corporal com altos picos de insulina, o açúcar, assim como outros tipos de carboidratos processados e refinados, é responsável por diversas doenças modernas, que antigamente existiam em taxas bem menores.

Por exemplo, as doenças cardiovasculares, câncer, diabetes tipo 2, Alzheimer e outras.

A epidemia de obesidade não é uma questão de força de vontade ou fraqueza de caráter. Estávamos o tempo todo seguindo conselhos errados.

Publicado por Blog do mixirica e Zoraid.comenta

EU SOU LUIZ WENCESLAU E FAÇO NOTÍCIAS COM VENDAS ONLINE

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